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Aplicações práticas do EMDR

Aplicações práticas do EMDR

  • O EMDR foi originalmente desenvolvido para tratar desordens do tipo TEPT – Traumas de estresse pós-traumático, como aqueles resultante de abusos sexuais ou estupros, assaltos, violência, sequela de guerra e de desastres naturais, mortes traumáticas, etc.
  • Fobias e desordem de pânico (medo de avião, de água, agulhas, claustrofobia, etc.) Quem sabe dos diagnósticos que melhor respondem ao tratamento com EMDR são justamente as fobias e desordens de pânico, já que os transtornos de ansiedade estão associados a vivências traumáticas (“sensação de perigo”) congelados em redes neuronais. Muitas pessoas recuperaram a capacidade de andar em avião sem estresse, subir elevadores, submeter-se a exames de ressonância magnética; perderam medo de piscina/mar, de baratas ou sapos… a lista é enorme!
  • Atualmente já se utiliza o EMDR para o manejo de dor crônica também, já que sabemos que a dor física tem muitos componentes emocionais, especialmente com doenças psicossomáticas (enxaquecas, dores de coluna, fibromialgia, etc.) e desordens de natureza autoimune (lupus, tireoidite de Hashimoto, artrite reumatóide, etc.). Se uma pessoa tem um alto nível de dor, sua qualidade de vida cai muito. Tratando as lembranças dolorosas e traumas vinculados a essas dores pode-se diminuir o nível de perturbação física e alcançar um melhor manejo de dor crônica e um consequente melhoramento na qualidade de vida.
  • Luto e depressão. Sabemos que o luto é um processo normal e natural, mas há aspectos da perda que podem levar a depressões mais severas. O EMDR ajuda a sanar muitos aspectos dolorosos de perdas e mortes, e pode prevenir o desenvolvimento de quadros patológicos de lutos mal resolvidos.
  • Dependência química e adições. Apesar que estes quadros são mais complexos e exigem a interação de uma equipe interdisciplinária, sabemos que muitos aspectos das adições ou compulsões são tentativas fracassadas de “medicar a dor emocional”. O EMDR pode contribuir de forma significativa na resolução de traumas de infância e adolescência que muitas vezes contribuem para a manutenção atual de quadros de dependências e compulsões.
  • Obesidade. Muitos quadros de obesidade estão vinculados a situações de ansiedade, estresse e traumas. O EMDR trata essas questões de ansiedade o que pode permitir um maior controle da ingestão de alimentos, uma re-educação alimentar e o desenvolvimento de hábitos duradouros mais saudáveis.
  • Instalação de recursos positivos. O EMDR também pode ajudar a desenvolver e fortalecer recursos positivos que ajudam as pessoas a enfrentarem melhor suas situações de estresse. A psicoterapia pode celebrar aquilo que dá certo na vida!
  • Aprimoramento do desempenho. Atletas, atores, jogadores de futebol e muitos outros enfrentam situações onde o seu desempenho é público, e lhes são exigidos alto níveis de aperfeiçoamento. O EMDR ajudar a desbloquear áreas que obstaculizam um melhor desempenho e fortalece desempenhos apropriados na arena pública.